Literatura e cultura portuguesa

Modalidade: Bacharelado/ Licenciatura Plena
Departamento Responsável: Literatura
Nome da Disciplina: Literatura e cultura portuguesa
Seqüência Aconselhada: 1ºano / 2º semestre
Obrigatória
Pré-requisito: Não há
Créditos: 02
Carga Horária total: 30 horas
Teórica: 30 horas

Objetivos

Refletir sobre a constituição de uma identidade cultural portuguesa a partir da discussão de textos que caracterizam as bases históricas e filosóficas do pensamento português.
Identificar os elementos representativos, na expressão literária, do imaginário português.
Inserir a cultura portuguesa num contexto de diálogo com as demais literaturas de língua portuguesa e com a tradição cultural europeia.

Conteúdo Programático

1. O conceito de identidade nacional.
2. Especificidades do contexto português: história, cultura e Nação.
3. Formação da literatura portuguesa: imaginário lusíada e mitos diretores (o lirismo, o sebastianismo, o saudosismo)
4. Representações literárias e identidade nacional: interfluências
5. Portugal hoje: tradição e modernidade.

Metodologia de Ensino

Aulas expositivas
Leitura e discussão de textos teórico-críticos
Análise de textos literários
Seminários
Trabalhos de pesquisa e de interpretação de textos.

Bibliografia

ABDALA JR., Benjamin. Literatura – História e Política. São Paulo: Àtica/CNPq, 1989.
ALMADA-NEGREIROS, José Sobral de. Portugal no mapa da Europa. In: ______. Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar: 1997. p. 825-7.
________. As 5 unidades de Portugal. In: ________. Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1997. p. 827-9.
DURAND, Gilbert . Longínquo Atlântico e próximo telúrico, imaginário lusitano e imaginário brasileiro. In: ________. Campos do imaginário. Lisboa: Instituto Piaget, 1998.
GOBBI, M.V.Z., JUNQUEIRA, R.S. e FERNANDES, M.L.O (orgs.). Intelectuais portugueses e a cultura brasileira. São Paulo: Edunesp/Bauru: Edusc, 2002.
GUIMARÃES, Fernando. Poética do Saudosismo. Lisboa: Presença, 1998.
LOURENÇO, Eduardo. O Labirinto da saudade: psicanálise mítica do destino português. 5ª ed. Lisboa: D. Quixote, 1992.
OLIVEIRA MARTINS, J. P. História de Portugal. 11ª ed. Lisboa: Parceria Antonio Maria Pereira Livraria Editora, 1927.
PASCOAES, Teixeira de. O homem universal e outros escritos. Lisboa: Assírio e Alvim, 1993.
_______. Os poetas lusíadas. Lisboa: Assírio e Alvim, 1981.
QUENTAL, Antero de. Causas da decadência dos povos peninsulares. 5ª ed. Lisboa: Ulmeiro, 1987.
SANTOS, Boaventura Sousa. Pela mão de Alice. São Paulo: Cortez, 1995.
SARAIVA, Antonio José. Para a História da Cultura em Portugal. 4ª ed. Mem Martins: Europa-América, 1972.
SENA, Jorge de. Estudos de história e de cultura. Lisboa: Ocidente, 1963. v. I.
SÉRGIO, Antonio. Ensaios. Lisboa: Sá da Costa, 1980. 8 v.
______. Breve interpretação da História de Portugal. 10ª. Ed. Lisboa: Sá da Costa, 1981.
SERRÃO, Joel. Temas oitocentistas. Lisboa: Ática, 1959.
TURCHI, Maria Zaira. Literatura e antropologia do imaginário. Brasília: Ed. da UnB, 2003.

Textos ficcionais:

ALMEIDA GARRETT. Viagens na minha terra. Porto: Livraria Figueirinhas, 1954.
BESSA-LUÍS, Agust ina. Adivinhas de Pedro e Inês. Lisboa: Guimarães e Cia, Editores, 1983.
CORREIA, Natália. Erros meus, má fortuna, amor ardente. Porto: Fernando Ribeiro de Mello Ed. , Edições Afrodite, 1981.
FARIA, Almeida. O Conquistador. Rio de Janeiro: Rocco, 1992.
HERCULANO, Alexandre. Lendas e narrat ivas. Lisboa: Bertrand, s.d.
MACEDO, Helder. Vícios e Virtudes. São Paulo: Record, 2002.
MELO, João de. O homem suspenso. Lisboa: D. Quixote, 1996.
SARAMAGO, José. A Jangada de Pedra. Lisboa: Caminho, 1986.

Critérios da avaliação de aprendizagem e atividades de recuperação

O aluno deve mostrar-se capaz de ler crit icamente o texto literário e de estabelecer relações do texto com o seu respectivo contexto. Deve, igualmente, mostrar-se capaz de expressar adequadamente, por escrito, o seu pensamento crítico acerca da literatura.
Atividades de recuperação: estudo orientado.

Ementa

O conceito de identidade. Portugal no contexto europeu. A construção da identidade nacional. Imaginário. Mito. Lusitanidade. Representação literária do imaginário. Diálogo entre a literatura portuguesa e outras literaturas.

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Estudos literários II

Modalidade: Bacharelado/ Licenciatura Plena
Departamento Responsável: Literatura
Nome da Disciplina: Estudos literários II
Sequência Aconselhada: 1º ano – 2º semestre
Obrigatória
Pré-requisito: Não há
Créditos: 02
Carga Horária total: 30 horas
Teórica: 30 horas

Objetivos

Capacitar o aluno para a leitura e apreensão do texto narrativo literário, das categorias ficcionais que o caracterizam.

Conteúdo Programático

16. O teatro clássico
17. A trajetória do teatro moderno
18. A épica clássica
19. O romance moderno
20. A evolução da lírica
21. A lírica moderna

Metodologia de Ensino

Aulas expositivas / Análise e interpretação de textos literários / Seminários Temáticos.

Bibliografia

ARISTÓTELES. Poética. Porto Alegre: Globo, 1966.
CANDIDO A e outros. A personagem de ficção. São Paulo: Perspectiva, 1972.
CARLSON, M Teorias do teatro. São Paulo: Edunesp, 1999.
CASAIS MONTEIRO, A. Sociedade e indivíduo no romance. Apontamentos sobre a crítica de romances. Acerca do romance. O romancista, filósofo do homem comum. In: O romance. Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editora, 1964.
FARIA, J.R.G. O classicismo. São Paulo: Perspectiva, Col. Stylus, 1997.
FRIEDRICH, H. Estrutura da lírica moderna. São Paulo: Livraria Duas Cidades, 1991.
GASSNER, J. Mestres do teatro. São Paulo: Perspectiva, 1991. 2a. ed.
KAYSER, W. O processo épico. Formas basilares da épica. In: Análise e interpretação da obra literária. Coimbra: Armênio Amado, 1967.
KITTO, H.D.F. Tragédia grega. Coimbra: Armênio Amado, 1990.
LESKY, A. A tragédia grega. São Paulo: Perspectiva, 1976.
MAGALDI, S. Iniciação ao teatro. São Paulo: Ática, 1991. 4a ed.
PAVIS, Patrice. Dicionário de teatro. São Paulo: Editora Perspectiva, 2001.
RYNGAERT, JP. Introdução à análise do teatro. SP: Martins Fontes.
ROSENFELD, A. Prismas do teatro. SP: Perspectiva, 1993.
______________. Teatro moderno. SP: Perspectiva, 1977.
______________. Texto/Contexto. SP: Perspectiva, 1969.
SIMÕES, JG. Sobre a arte do romance. Da imaginação do romancista. Da história e do romance. In: Novos temas. Ensaios de literatura e estética. Lisboa: Editorial Inquérito, 1938.
STAIGER, E. Conceitos fundamentais da poética. Rio de Janeiro: Tempo brasileiro, 1972.
VASCONCELLOS, L.P. Dicionário de teatro. SP: LPM, 1987. 3ª ed.

Critérios da avaliação de aprendizagem e atividades de recuperação

Procedimentos de avaliação: prova escrita e trabalhos de aproveitamento de leituras.
Atividades de recuperação: estudo orientado.

Ementa

Leitura crítica de textos fundadores da literatura ocidental.

Introdução à fonética e à fonologia

Modalidade: Bacharelado/Licenciatura Plena
Departamento Responsável: Linguística
Nome da disciplina: Introdução à fonética e à fonologia
Sequência aconselhada: 2° semestre do 1° ano
Obrigatória
Pré-requisito: Não há
Créditos: 02
Carga Horária total: 30 horas
Teórica: 30 horas

Objetivos

Levar ao aluno os conhecimentos básicos das áreas de Fonética e Fonologia. Introdução aos procedimentos científicos de análise dos sons das línguas.

Conteúdo Programático

1 Noções básicas de Fonética Articulatória:
Mecanismos de produção da fala;
Classificação das consoantes;
Classificação das vogais;
Elementos prosódicos: acento, ritmo, entoação, tessitura.

2 A Fonologia dentro dos moldes estruturalistas – Fonêmica:
Noções básicas: fonema, contexto, par mínimo, par análogo, alofonia, variação, neutralização, arquifonema; Processos fonológicos.

3 A teoria dos traços distintivos.

Metodologia de Ensino

Aulas expositivas e teórico-práticas. Exercícios práticos de análise linguística a partir da teoria aprendida em sala de aula. Exercícios no Laboratório de Línguas. Apresentação de vídeos, CD-ROMs e outras mídias.

Bibliografia

CAGLIARI, L. C. Elementos de fonética do português brasileiro. 1981. 185 f. Tese (Livre-Docência em Fonética e Fonologia) – Instituto de Estudos da Linguagem, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 1982.
______. Análise fonológica: introdução à teoria e à prática com especial destaque para o modelo fonêmico. Campinas: Mercado de Letras, 2002.
______. Fonologia do português: análise pela geometria de traços. Campinas: edição do autor, 1997.
______. Acento em português. Campinas: edição do autor, 1999.
CALLOU, D.; LEITE, Y. Iniciação à fonética e à fonologia. 4. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1995.
CÂMARA JUNIOR., J. M. Estrutura da língua portuguesa. 15. ed. Petrópolis: Vozes, 1985.
DELGADO MARTINS, M. R. Ouvir falar: introdução à fonética do português. Lisboa: Editorial Caminho, 1988.
FERREIRA NETTO, W. Introdução à fonologia da língua portuguesa. São Paulo: Hedra, 2001. p. 31-56.
LOPES, E. Fundamentos da linguística contemporânea. 2. ed. São Paulo: Cultrix, 1977.
MARTINET, A. Elementos de linguística geral. 4. ed. Lisboa: Sá da Costa, 1972.
______. A linguística sincrônica. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1971.
MASSINI-CAGLIARI, G. Acento e ritmo. São Paulo: Contexto, 1992.
MASSINI-CAGLIARI, G.; CAGLIARI, L. C. Fonética. In: MUSSALIM, F.; BENTES, A. C. (Orgs.). Introdução à linguística: domínios e fronteiras. São Paulo: Cortez, 2001. v. 1, p. 105-146.
MATEUS, M. H. M. et al. Fonética, fonologia e morfologia do português. Lisboa: Universidade Aberta, 1990.
PIKE, K. Phonemics: a technique for reducing languages to writing. 12th edition. Ann Arbor: The University of Michigan Press, 1971.
SILVA, T. C. Fonética e fonologia do português. São Paulo: Contexto, 1999.
______. Exercícios de fonética e fonologia. São Paulo, Contexto, 2003.
TROUBETZKOY, N. S. Principes de phonologie. Paris: Édition Klincsiek, 1970.

Critérios da avaliação de aprendizagem e atividades de recuperação

Elaboração de trabalhos e de exercícios de transcrição e análise dos sons da fala.
Aproveitamento das leituras e dos exercícios. Provas.
Atividades de recuperação: 1 Prova escrita e/ou oral; 2 Trabalhos individuais ou em grupo.

Ementa

Introdução aos procedimentos científicos de análise dos sons das línguas. Noções básicas de Fonética Articulatória. A Fonologia dentro dos moldes estruturalistas – Fonêmica. Introdução à teoria dos traços distintivos.

História das ideias linguisticas

Modalidade: Bacharelado/Licenciatura Plena
Departamento Responsável: Linguística
Nome da disciplina: HISTÓRIA DAS IDEIAS LINGUÍSTICAS
Sequência aconselhada: 2° semestre do 1° ano
Obrigatória
Pré-requisito: Não há
Créditos: 02
Carga Horária total: 30 horas
Teórica: 30 horas

Objetivos

Levar o aluno a reconhecer e a compreender diferentes ideias linguísticas – suas  hipóteses, seus objetivos, seus resultados, seus limites – bem como as razões sócio-históricas que as favoreceram.

Conteúdo Programático

Diferentes concepções de língua, linguagem.
Gramática e Linguística.
A gramática geral racional.
W. Von Humboldt e a tipologia linguística.
O método histórico-comparativo e os neogramáticos.
Saussure: a linguística como ciência.
As ideias de Chomsky.
Funcionalismo na linguística.
Perspectivas sócio-históricas da linguagem.

Metodologia de Ensino

Aulas expositivas; exercícios de aplicação; leituras, fichamentos e seminários; trabalhos extra-classe.

Bibliografia

BOUQUET, S. Introdução à leitura de Saussure. São Paulo: Cultrix, 2000.
COSERIU, E. Tradição e novidade na ciência da linguagem. Rio de Janeiro: Presença; São Paulo: EDUSP, 1980.
COUTINHO, I. L. Gramática histórica. Rio de Janeiro: Acadêmica, 1962.
CULLER, J. As ideias de Saussure. São Paulo: Cultrix, 1979.
FARACO, C. A. Linguística histórica: uma introdução ao estudo da história das línguas. São Paulo: Ática, 1991.
_____. Linguagem e diálogo: as ideias linguísticas do Círculo de Bakhtin. Curitiba: Criar Edições, 2003.
ILARI, R. Linguística românica. São Paulo: Ática, 1992.
LAUSBERG, H. Posição e significado da linguística românica. In: Linguística românica. Edição Caloustre Gulbenkian.
LEROY, M. As grandes correntes da linguística moderna. São Paulo: Cultrix, 1986.
LOPES, E. A identidade e a diferença. São Paulo: Edusp, 1997.
LYONS, J. As ideias de Chomsky. São Paulo: Cultrix, 1973.
MUSSALIM, F.; BENTES, A. C. Introdução à linguística: fundamentos epistemológicos. São Paulo: Cortez, 2004.
NEVES, M. H. de M. Um estudo sobre a língua na sua história: a língua como fim e como meio? DELTA, v. 10, número especial, 1994.
ORLANDI, E. História das ideias linguísticas: construção do saber metalinguístico e constituição da língua nacional. Campinas: Pontes, Unemat Editora, 2001.
SCHLIEBEN-LANGE, B. História do falar e história da linguística. Campinas: Editora da UNICAMP, 1993.
WEEDWOOD, B. História concisa da linguística. São Paulo: Parábola, 2002.

Critérios da avaliação de aprendizagem e atividades de recuperação

Provas bimestrais e semestrais; fichamentos e seminários; trabalhos extra-classe.
Atividades de recuperação: 1 Prova escrita e/ou oral; 2 Trabalhos individuais ou em grupo.

Ementa

Diferentes ideias sobre língua, linguagem e linguística.

Leitura e Produção de Textos II

Modalidade: Bacharelado/Licenciatura Plena
Departamento Responsável: Linguística
Identificação da Disciplina
Sequência aconselhada: 2° semestre do 1º ano
Obrigatória
Pré-requisito: Leitura e Produção de Textos I
Créditos: 02
Carga Horária total: 30 horas
Teórica: 30 horas

Objetivos

Levar o aluno a:
1 refletir sobre os mecanismos discursivos que constituem o texto escrito;
2 desenvolver habilidade na produção de textos;
3 examinar a dimensão da leitura no Brasil e os modos de uso em sala de aula.

Conteúdo Programático

1 Uso dos tempos verbais no texto argumentativo e no narrativo.
2 Personalização e impessoalização do texto.
3 Manifestação de vozes no texto: citação e intertextualidade.
4 Texto de ficção. Narrativa literária e narrativa não-literária.
5 Texto científico. A monografia.
6 Leitura, escrita e cultura.

Metodologia de Ensino

Aulas expositivas; pesquisa; leitura e produção de textos; exercícios.

Bibliografia

ABREU, A. S. Curso de redação. São Paulo: Ática, 2004.
______. A arte de argumentar gerenciando razão e emoção. 7. ed. São Paulo: Ateliê Editorial, 2004.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Rio de Janeiro. Referências bibliográficas. NBR 6023/2002. Rio de Janeiro, ago. 2002.
BARRASS, R. Os cientistas precisam escrever. São Paulo: EDUSP, 1979.
BRETON, P. A manipulação da palavra. São Paulo: Loyola, 1999.
CHARTIER, R. Cultura escrita, literatura e história: conversas de Roger Chartier com Carlos Aguirre Anaya, Jesús Rosique, Daneil Goldin e Antoni Saborit. Tradução de Ernani Rosa. Porto Alegre: ARTMED, 2001.
COMPARATO, D. Roteiro. 2. ed. Rio de Janeiro: Nórdica, 1983.
CORTINA, A. O príncipe de Maquiavel e seus leitores: uma investigação sobre o processo de leitura. São Paulo: EDUNESP, 2000.
ECO, U. Seis passeios pelos bosques da ficção. Tradução de Hildegard Feist. São Paulo: Companhia das Letras, 1994.
KOCH, I. G. V. A coesão textual. São Paulo: Contexto, 1989.
______. O texto e a construção dos sentidos. 6. ed. revista e ampliada. São Paulo: Contexto, 2003.
LAJOLO, M.; ZILBERMAN, R. A formação da leitura no Brasil. São Paulo: Ática, 1998.
MARCHUSCHI, L. A. Gêneros textuais e funcionalidade. In: ONÍSIO, Â. P. et al. Gêneros textuais & ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, 2002.
SAVIOLI, F. P.; FIORIN, J. L. Para entender o texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 1995.
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 22. ed. revista de acordo com a ABNT e ampliada. São Paulo: Cortez, 2002.

Critérios da avaliação de aprendizagem e atividades de recuperação

Provas escritas; seminários e relatórios de leituras; trabalhos extraclasse.
Atividades de recuperação: 1 Prova escrita e/ou oral; 2 Trabalhos individuais ou em grupo.

Ementa

Texto; textualidade; monografia; leitura.

LÍNGUA ALEMÃ I

A professora Maria Cristina Reckziegel Guedes Evangelista conduzirá as aulas de Língua Alemã I. O livro escolhido foi o Studio D A1 que corresponde ao nível A1 do Quadro Comum Europeu de Referência (CEFR). Tenciona-se cobrir 6 dos 12 capítulos no semestre com uma avaliação no final de cada um deles.

Recomendações de links interessantes:

Goethe-Institut

Deutsche Welle

Curso: Letras
Modalidade: Bacharelado e Licenciatura Plena
Língua de Formação: Alemão
Departamento Responsável: Letras Modernas
Código: LEM3731
Sequência Aconselhada: 1º Ano
Anual
Obrigatória
Pré-requisito: Não há
Créditos: 08
Carga Horária total: 120
Teórica: 120

Objetivos

A disciplina destina-se a desenvolver as quatro habilidades que constituem a competência/performance em alemão como língua estrangeira, a saber: capacidade de expressão oral, compreensão auditiva, capacidade de produção escrita e de leitura. Iniciando com o ensino das estruturas morfológicas e sintáticas básicas da língua alemã, a disciplina tem como objetivo capacitar o aluno a comunicar-se na nova língua em situações corriqueiras do dia-a-dia, iniciar-se em leituras de textos simples, escrever redações simples e ouvir e entender textos auditivos.

Conteúdo Programático

Introdução geral:

– Alfabeto alemão e pronúncia (até onde o alfabeto alemão dá conta de sua pronúncia) — como aprender o alfabeto fonético, que dá conta de todos os sons de uma língua
– O uso do dicionário (como procurar e achar as palavras, saber seu gênero e sua forma de plural e como pronunciá-las)
– Como se apresentar e cumprimetar pessoas
– O uso do formal e do familiar em situações do dia-a-dia

Fonética:

– acento da palavra, acento da frase, melodia frasal
– vogais longas e breves
– as metafonias; ä/ö/ü
– os ditongos: ei/ai/äu/eu/au

Morfologia e sintaxe:

– Verbo — Posição do verbo nas frases
Tipos de frases: Frases básicas (Aussage)/ Frases com pronomes interrogativos (W-Frage) e Frases interrogativas (Ja/Nein-Frage)
– Artigos definidos/indefinidos e indefinidos negativos — no caso nominativo/acusativo e dativo
– Pronomes pessoais no nominativo, acusativo e dativo
– Conjugação de verbos no presente / Imperativo
– Verbos e seus complementos:(Nominativo/Acusativo/Dativo)
– Partes da frase — ordem dos elementos preposicionados nas frases
– Numerais cardinais e ordinais
– Preposições: complementos temporais, locativos e direcionais
– Casos regidos por preposições
– Verbos com partícula separável, com partícula inseparável, modais, reflexivos
– Plural dos substantivos
– Pronomes possessivos
– Conjunções coordenadas
– Adjetivos qualificativos e atributivos; declinação dos adjetivos
– Preposições com os casos acusativo e dativo

Técnicas de aprendizagem:

– como estudar os substantivos sempre com os artigos
– trabalhar as palavras com fichas
– aumentar cada vez mais o vocabulário

Metodologia de Ensino

O método didático utilizado na disciplina é o método TANGRAM 1A. Esse método didático dá a oportunidade aos alunos, através de fichas, desenhos, gravuras, quebra-cabeças, jogos, de combinar os elementos, montando, desmontando e montando de novo, de fixar as situações a serem aprendidas. As aulas são expositivas e teóricas, com total participação do aluno, que ajuda o professor a montar e a construir a teoria dos vários tópicos gramaticais, colocando-os em prática para o aprendizado e para a fixação dos elementos. O livro de exercícios (Arbeitsbuch) fixa as estruturas estudas no livro texto (Kursbuch). Exercícios diversificados, incluindo dramatização de diálogos e leituras de textos, proporcionam uma grande quantidade de possibilidades para realizar uma aula comunicativa que orienta o aluno para as diferentes situações do dia-a-dia. As aulas no laboratório de idiomas dão oportunidade aos alunos de se familiarizarem com as situações auditivas e visuais.

Também é desenvolvido um trabalho que está ligado à cultura dos países de língua alemã, através de apresentação de vídeos e filmes.

Bibliografia

Anos anteriores:

  1. Dallapiazza, R. M. el alii. TANGRAM — Deutsch als Fremdsprache — Kurs_ und Arbeitsbuch 1A — Ismaning: Hueber, 2002. (comprar sempre a última edição)
  2. TANGRAM — Deutsch als Fremdsprache — Vokabelheft 1A — Ismaning: Hueber, 2000. (comprar sempre a última edição)
  3. TANGRAM — Deutsch als Fremdsprache — Glossar 1A — Deutsch — Portugiesisch (Alemão/Português) Ismaning: Hueber, 1999. (comprar sempre a última edição)

Este ano:

  1. FUNK, H. et al. Studio D A1: Deutsch als Fremdsprache: Kurs- und Übungsbuch. Berlin: Cornelsen, 2007.

Dicionários

Langenscheidts Taschenwörterbuch. Portugiesisch-Deutsch/Deutsch- Portugiesisch. Langenscheidt: Berlin und München, 2001. (comprar sempre a última edição)

Michaelis — Dicionário Escolar Alemão — Alemão/Português — Português/Alemão. São Paulo: Melhoramentos, 2002. (comprar sempre a última edição)

Critérios da avaliação de aprendizagem e atividades de recuperação

Será efetuada uma avaliação escrita após cada lição, havendo ainda uma nota pela participação do aluno (referente à leitura, exercícios, exercícios de casa (Hausaufgaben), pela participação em sala de aula e pela expressão oral) — Ocorrerão avaliações contínuas sobre ensino-aprendizado. No final do ano, além da avaliação escrita, será efetuada uma avaliação oral.

Atividades de Recuperação: Provas dissertativas, seminários e trabalhos.

Ementa

Estruturas básicas do Alemão. Problemas gramaticais. Leitura de textos simples. Memorização de diálogos. Prática em Laboratório.

GRAMÁTICA DE LÍNGUA PORTUGUESA

 “A língua reflete a liberdade do homem. É uma disciplina em que existem regras, mas acima delas está a intenção expressiva de cada falante e de cada escritor” Bechara

Angelica Terezinha Carmo Rodrigues, professora da disciplina Gramática de Língua Portuguesa e mãe do Benjamim: simplesmente fantástica. A primeira aula foi um antegozo da riqueza de ideias e visão abrangente que fruiremos em suas aulas. Ainda na apresentação, pudemos distinguir os diferentes tipos de gramática, e autores que alguns de nós tínhamos em alta conta, sobretudo os que usam a gramática como ferramenta de opressão, perderam sua primazia a partir dessa visão. Passamos ainda pelas realidades dicotômicas do uso da língua, um pouco da história da língua portuguesa, norma culta e outras interessantes discussões que aprofundaremos em tempo oportuno.

Foi-nos recomendada a aquisição de duas gramáticas para o estudo comparativo: a conhecidíssima de Evanildo Bechara, Moderna gramática portuguesa, e a Gramática do Português Brasileiro, de Ataliba Teixeira de Castilho.

Curso: Letras
Modalidade: Bacharelado e Licenciatura Plena
Departamento Responsável: Linguística
Código: LNG1076
Sequência aconselhada: 1° semestre do 1º ano
Obrigatória
Pré-requisito: Não há
Créditos: 02
Carga Horária total: 30 horas
Teórica: 30 horas
Prática:

Objetivos

Levar o aluno a:
1 apreender o conceito de Gramática e distinguir os diferentes tipos de gramática;
2 compreender os objetivos e a estrutura da Gramática Normativa;
3 revisar e analisar criticamente os conceitos expostos nas descrições gramaticais.

Conteúdo Programático

1 Objetivos e estrutura das gramáticas normativas do português brasileiro;
2 Concepção de Gramática, tipos de gramática;
3 Gramática Normativa da Língua Portuguesa.
3.1 Ortografia, pontuação e acentuação gráfica;
3.2 Morfologia;
3.3 Sintaxe.

Metodologia de Ensino

As aulas serão conduzidas a partir de exposições teóricas, leitura e discussão de textos, aplicação de conceitos em exercícios, desenvolvimento de pesquisas.

Bibliografia

  1. ABREU, A. S. Gramática mínima: para o domínio da língua padrão. Cotia, SP: Ateliê, 2003.
  2. ALMEIDA, N. M. de. Gramática metódica da língua portuguesa. 24. ed. São Paulo: Saraiva, 1973.
  3. BAGNO, M. Dramática da língua portuguesa: tradição gramatical, mídia e exclusão Social. São Paulo: Loyola, 2000.
  4. BECHARA, E. Moderna gramática portuguesa. 37. ed. Rio de Janeiro: Editora Lucerna, 2001.
  5. CUNHA, C.; CINTRA, L. Nova gramática do português contemporâneo. 3. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985.
  6. MATEUS, M. H. M. et al. Gramática da língua portuguesa. Coimbra: Livraria Almedina, 1983.
  7. MATTOS E SILVA, R. V. Tradição gramatical e gramática tradicional. 2. ed. São Paulo: Contexto, 1994.
  8. NEVES, M. H. de M. Gramática de usos do português. São Paulo: Editora UNESP, 2000.
  9. ______. A gramática: história, teoria e análise, ensino. São Paulo: Editora UNESP, 2002.
  10. PERINI, M. A. Para uma nova gramática do português. 2. ed. São Paulo: Ática, 1985.
  11. ROCHA LIMA, C. H. da. Gramática normativa da língua portuguesa. 34. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1997.
  12. TRAVAGLIA, L. C. Gramática e interação: uma proposta para o ensino de gramática no 1° e no 2° graus. São Paulo: Cortez, 1996.

Critérios da avaliação de aprendizagem e atividades de recuperação

Provas escritas, seminários, exercícios, desenvolvimento de pesquisa.
Atividades de recuperação: 1 Prova escrita e/ou oral; 2 Trabalhos individuais ou em grupo.

Ementa

Conceito de Gramática. Tipos de gramática. Gramática normativa vs. gramática descritiva. Revisão de tópicos de gramática normativa.