INTRODUÇÃO À LINGUÍSTICA

Outra das disciplinas que compõem o curriculum obrigatório do curso de letras é a Introdução à Linguística. A turma dos ingressantes será dividida em duas; um dos professores será Daniel Soares da Costa. Na bibliografia, outro nome que começa a ser repetido: Saussure. Chamou-me a atenção ainda outro que aparece pela primeira vez: Marcos Bagno (por razões que direi depois).

Curso: Letras
Modalidade: Bacharelado e Licenciatura Plena
Departamento Responsável: Linguística
Código: LNG1092
Sequência aconselhada: 1° semestre do 1° ano
Obrigatória
Pré-requisito: Não há
Créditos: 02
Carga Horária total: 30 horas
Teórica: 30 horas
Prática:

Objetivos

Introdução ao estudo científico das línguas. Levar o aluno a compreensão da teoria saussureana. Levar o aluno a reconhecer e a evitar o preconceito linguístico.

Conteúdo Programático

1 A Linguística como ciência da linguagem:
1.1 O Curso de Linguística Geral e o projeto epistemológico de Saussure;
1.2 Sincronia e diacronia;
1.3 O objeto e a tarefa da Linguística: língua e fala;
1.4 A teoria do signo linguístico;
1.5 O sistema e o valor;
1.6 As relações sintagmáticas e paradigmáticas;
1.7 Os níveis de descrição linguística.
2 Sistema, norma e fala: preconceito linguístico.

Metodologia de Ensino

Aulas expositivas; exercícios de aplicação; leituras, fichamentos e seminários; trabalhos extraclasse.

Bibliografia

  1. BAGNO, M. (Org.). A norma linguística. São Paulo: Loyola, 2001.
  2. BAGNO, M. Preconceito linguístico: o que é, como se faz. 16. ed. São Paulo: Loyola, 2002.
  3. BENVENISTE, E. Problemas de linguística geral I e II. Campinas: Pontes, 1989.
  4. CÂMARA JUNIOR, J. M. Princípios de linguística geral. 4. ed. Rio de Janeiro: Livraria Acadêmica, 1974.
  5. ______. História e estrutura da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Padrão, 1976.
  6. COSERIU, E. Teoria del lenguaje y lingüística general. Madrid: Gredos, 1969.
  7. FARACO, C. A. Estrangeirismos: guerras em torno da língua. 2. ed. São Paulo: Parábola, 2002.
  8. GLEASON JR., H. A. Introdução à linguística descritiva. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, [1961?].
  9. HOCKETT, C. F. Curso de linguística moderna. Manuales/Eudeba, 1971.
  10. JAKOBSON, R. Linguística e comunicação. São Paulo: Cultrix, 1973.
  11. LEROY, M. As grandes correntes da linguística moderna. São Paulo: Cultrix, 1974.
  12. LYONS, J. Introdução à linguística teórica. Tradução de Rosa V. Mattos e Hélio Pimentel. São Paulo: Ed. da USP, 1979.
  13. MARTINET, A. Elementos de linguística geral. Lisboa: Sá da Costa, 1970.
  14. MASSINI-CAGLIARI, G. Language Policy in Brazil: monolingualism and linguistic prejudice. Language Policy, n. 3, p.3-23, 2004.
  15. NAPOLI, D. J. Language Matters: a guide to everyday thinking about language. Oxford: Oxford University Press, 2003.
  16. SAUSSURE, F. Curso de linguística geral. São Paulo: Cultrix, Ed. da USP, 1972.
  17. SILVA, F. L. da; MOURA, H. M. de M. (Orgs.). O direito à fala: a questão do preconceito linguístico. 2. ed. revista. Florianópolis: Insular, 2002.

Critérios da avaliação de aprendizagem e atividades de recuperação

Provas; fichamentos e seminários; trabalhos extraclasse.

Atividades de recuperação: 1 Prova escrita e/ou oral; 2 Trabalhos individuais ou em grupo.

Ementa

Introdução ao estudo científico das línguas.
A teoria saussureana.
Preconceito linguístico.

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